05:59 15 Novembro 2018
Ouvir Rádio
    Chanceler Angela Merkel visita tropas alemãs no Afeganistão

    Merkel é contra reintroduzir o serviço militar obrigatório na Alemanha

    © AP Photo / Pool/ Michael Kappeler
    Europa
    URL curta
    151

    A chanceler alemã Angela Merkel não apoiou neste domingo a ideia de reintroduzir o recrutamento militar obrigatório no país, a fim de combater a escassez de pessoal e os altos custos do sistema na Alemanha.

    No início de agosto, Annegret Kramp-Karrenbauer, secretária-geral da União Democrática Cristã da Alemanha (CDU), lançou um debate sobre a volta do serviço militar obrigatório, uma vez que pesquisas recentes mostraram que a maioria dos alemães apoia a ideia.

    "Não quero reintroduzir o serviço militar obrigatório", disse Merkel à emissora da ARD, acrescentando que as exigências para os soldados mudaram.

    A líder alemã observou que ela se reuniu recentemente com a liderança militar do país e disse que seu objetivo é eliminar a situação, quando o número de candidatos para o serviço voluntário excede o prescrito pelo orçamento.

    A Alemanha pôs fim ao recrutamento em 2011. No entanto, o país europeu tem lutado contra a escassez de pessoal no Bundeswehr, o Exército alemão, que visa combater o problema recrutando mais pessoas com menos de 18 anos.

    Pressionada pelo presidente norte-americano Donald Trump a aumentar os gastos militares com base nos regulamentos da OTAN, Merkel vem resistindo a aumentar subitamente os gastos militares da Alemanha, preferindo adotar um acréscimo gradativo na área.

    Mais:

    Confira todos os tópicos discutidos entre Putin e Merkel na reunião de hoje
    Merkel vê avanço na situação da Síria e Putin pede apoio a refugiados que retornam ao país
    Merkel chega a acordo com ministro do Interior sobre imigração na Alemanha
    Tags:
    orçamento militar, militares, serviço militar, OTAN, Bundeswehr, Annegret Kramp-Karrenbauer, Donald Trump, Angela Merkel, Alemanha
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik