02:14 22 Novembro 2019
Ouvir Rádio
    Chanceler britânico Boris Johnson, Downing Street, Londres

    Reino Unido não acha que a 'linha dura' em relação à Rússia prejudique diálogo

    © AP Photo / Kirsty Wigglesworth
    Europa
    URL curta
    316
    Nos siga no

    O chanceler britânico, Boris Johnson, está convencido de que a linha dura em relação à Rússia não contradiz as negociações e os contatos com a nação russa.

    "Como informou o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, não há contradição entre a contenção e o diálogo. O Reino Unido está pronto para manter uma linha dura em relação à Rússia, mas isso não quer dizer que seja incorreto contatá-la ou atraí-la à cooperação", declarou Johnson ao discursar no Instituto Real das Relações Internacionais do Reino Unido (Chatham House) na sexta-feira (02).

    O ministro ressaltou que, apesar das sanções, "a Rússia poderá ser aceita por todo o mundo" caso interrompa os bombardeios de Aleppo, contribua para solução política e cumpra plenamente os Acordos de Minsk sobre a Ucrânia.

    As sanções da União Europeia contra Rússia foram prolongadas até o final de janeiro de 2017. Moscou acha um absurdo ligar as sanções ocidentais à realização dos Acordos de Minsk, pois a Rússia não faz parte do conflito interno ucraniano.

    No que diz respeito a Aleppo, já há um mês e meio, o grupo aéreo da Força Aeroespacial russa não realiza operações em áreas localizadas a 10 quilômetros da cidade.

    Anteriormente, o chanceler russo, Sergei Lavrov, durante conversa com Boris Johnson, anunciou que a Rússia está disposta a tomar medidas caso Reino Unido altere suas políticas em relação ao país.

    Mais:

    Marinha do Reino Unido usa navios e 'equipamentos fora do prazo de validade'
    Aliança antirrussa? Polônia e Reino Unido estreitam laços no contexto de eventual Brexit
    Tags:
    diálogo, solução política, sanções, linha, Acordos de Minsk, Força Aeroespacial da Rússia, OTAN, Jens Stoltenberg, Boris Johnson, Ucrânia, Aleppo, Rússia, Reino Unido
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar