10:33 12 Abril 2021
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    A Marinha Real Britânica está enfrentando uma situação bem complicada: seu número de navios de guerra foi considerado como lamentavelmente baixo.

    Tal conclusão foi expressa no relatório da comissão parlamentar especial do Reino Unido.

    Esse fato poderá alterar o equilíbrio de forças na região, afirma Robbie Gramer, autor de um artigo para a edição Foreign Policy.

    "Nas últimas décadas, o número de navios de escolta está sempre diminuindo", constatou o presidente da comissão parlamentar Julian Lewis.

    Ao mesmo tempo, Lewis destacou que no momento a frota britânica não dispõe de número suficiente de efetivos para realizar todas as missões previstas.

    Entretanto, o programa de modernização da Armada britânica tem feito poucos progressos – em janeiro de 2016 foi anunciado que os seis destróieres tipo 45 (os navios britânicos mais modernos) devem se submeter a melhorias adicionais devido às avarias constantes, aponta Gramer.

    O relatório classifica de "inaceitável" a situação dos navios de guerra do Reino Unido, mas isso poderá ter um caráter temporário.

    Gramer ressalta que no futuro o equilíbrio de forças na região poderá sofrer grandes alterações. Na opinião dele, a OTAN perderá seu peso se a Armada russa se reforçar.
    Segundo Gramer, um exemplo é o grupo naval russo chefiado pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov que recentemente se dirigiu para o Oriente Médio. Além disso, segundo ele, a Rússia tem seu próprio programa de modernização da frota que lhe permite competir com as armadas dos países da OTAN.

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    Tags:
    armada, frota, modernização, navios, Admiral Kuznetsov, Foreign Policy, Marinha Real, OTAN, Oriente Médio, Rússia, Reino Unido
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