17:30 25 Novembro 2020
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    As alegações sobre aproximação perigosa de aviões russos de longo alcance com uma aeronave civil sobre as águas do mar da Noruega e do mar de Barents são fruto da imaginação da Islândia, informou o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia Igor Konashenkov.

    Segundo ele, o voo dos aviões Tu-160 russos, que cumpriam missões de patrulhamento aéreo sobre a parte leste do Atlântico, foi realizado em plena conformidade com as normas internacionais.

    Konashenkov indica que os aviões russos seguiam com os transponders (dispositivos eletrônicos que mostram posição do avião nos radares) ligados a uma distância segura das aeronaves civis, não cruzaram rotas aéreas e em alguns troços do trajeto foram acompanhados por caças das forças aéreas da OTAN.

    Antes a mídia, citando dois pilotos islandeses, tinha informado que em 22 de setembro dois Tu-22M russos se aproximaram de uma aeronave de passageiros que seguia de Reiquiavique para Estocolmo. Após isso, a chancelaria islandesa anunciou que, de fato, eram três aviões – bombardeiros Tu-160.

    Segundo Konashenkov, "a falta de fundamento das acusações é evidenciada pela confusão nas alegações dos diplomatas e pilotos islandeses sobre o número de aviões russos que eles supostamente avistaram".

    Ele ressalta que essa retórica por parte da Islândia visa "utilizar qualquer oportunidade para reforçar o ambiente de russofobia na Europa".

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    Tags:
    patrulhamento, transponder, missões, bombardeiros, russofobia, Tu-160, Ministério da Defesa (Rússia), OTAN, Igor Konashenkov, Estocolmo, Islândia, Rússia
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