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    Torcedores do Vasco são barrados e confusão é registrada no Maracanã (VÍDEOS)

    Tomaz Silva/Agência Brasil
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    Confusão, corre-corre e bombas de efeito moral marcaram os arredores do estádio Maracanã, no Rio de Janeiro, antes e durante a final da Taça Guanabara entre Vasco e Fluminense, marcada para iniciar às 17h deste domingo.

    Impedidos de entrar por uma decisão judicial da desembargadora Lúcia Helena do Passo, torcedores do Vasco entraram em confronto com a Polícia Militar. Houve correria e os policiais usaram bombas de efeito moral, balas de borracha e gás de pimenta contra o público.

     

    Entretanto, diante do tumulto, a própria desembargadora autorizou a entrada e os primeiros torcedores vascaínos começaram a ter acesso ao Maracanã por volta das 17h30 de domingo.

    Toda a disputa judicial teve início na última sexta-feira, quando o Fluminense conseguiu uma decisão judicial que lhe deu o direito de ter a sua torcida ocupando o setor Sul do Maracanã, como prevê o contrato que o Tricolor possui com a concessionária do estádio.

    Entretanto, o Vasco era o mandante da decisão do primeiro turno do Campeonato Carioca e, tradicionalmente, sempre ocupou o mesmo setor do Maracanã. Assim, a diretoria cruzmaltina fez a venda de ingressos para a área, ocasionando uma troca de farpas nos bastidores.

    Em uma reunião na manhã deste domingo, horas antes do clássico, dirigentes dos dois clubes, da Federação de Futebol do Estado do Rio (FERJ), do Ministério Público e até mesmo do governo estadual, ficou decidido que a partida teria a presença de torcida.

    Mas a Justiça não aceitou o acordo e determinou o cumprimento da decisão da desembargadora, que previa que a partida acontecesse com portões fechados. A diretoria do Fluminense chegou a divulgar um comunicado, pedindo que seus torcedores não fossem ao Maracanã.

    Já torcedores do Vasco, com ingressos em mãos, aguardavam do lado de fora e só puderam entrar após toda a confusão e a reversão da decisão judicial.

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    Tags:
    Campeonato Carioca, violência, esporte, futebol, Taça Guanabara, maracanã, FERJ, Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Fluminense, Vasco, Lúcia Helena do Passo, Rio de Janeiro, Brasil
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