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    Ryan Lochte

    Gringos na Rio 2016: Os mais amados e os mais odiados nas redes sociais

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    As Olimpíadas chegaram ao fim ontem com uma bela festa de encerramento, depois de duas semanas de competições e outros eventos que deixarão muita gente nostálgica. A Sputnik montou uma lista com o nome de alguns dos atletas que devem deixar muita saudade por aqui e também dos que, se depender dos brasileiros, não precisam voltar. Confira.

    Sem dúvidas, o jamaicano Usain Bolt, um dos maiores astros desses Jogos Olímpicos e do esporte mundial, será um dos que farão muita falta, não só pelo que ele fez e faz dentro das pistas mas também fora delas. Carismático, simpático, atencioso e engraçado, Bolt é um daqueles caras dos quais ninguém pode reclamar... A não ser os adversários. 

    A jovem americana Simone Biles, que iniciou sua história olímpica em grande estilo no Rio, também deixará saudades. Igualmente simpática, Biles conquistou o público brasileiro voando baixo na Arena Olímpica, na companhia de suas compatriotas Madison Kocian, Laurie Hernandez, Aly Raisman e Gabrielle Douglas.

    O que dizer da lenda Michael Phelps? Depois de conquistar sua 23ª medalha de ouro olímpica, o atleta considerado por muitos o maior de todos os tempos voltou para o seu país agradecendo humildemente pelo carinho recebido na cidade maravilhosa, onde mostrou porque é chamado de fenômeno.

    Mesmo sem conquistar nenhuma medalha, o atleta do taekwondo Pita Taufatofua ganhou o respeito e a admiração do público ao mostrar ao mundo onde fica a Tonga. Bem, entendedores entenderão...

    Musa, craque e um dos maiores nomes do futebol norte-americano, Alex Morgan também voltou para casa sem medalha. Mas, nas redes, muitos brasileiros acharam que ela merecia ao menos um troféu fofura pela simpatia. 

    Ao contrário da sua colega de equipe, a goleira Hope Solo é uma das estrangeiras que não deixarão saudades em terras tupiniquins. Vaiada do início ao fim de sua viagem por conta da sua brincadeira com a zika, Solo também não deverá sentir muita falta do Brasil. 

    Tão "querido" quanto a goleira americana, o recordista mundial do salto com vara, o francês Renaud Lavillenie, é outra que tem todas as razões para querer esquecer o Brasil e ser esquecido pelos brasileiros. Renaud vacilou ao não suportar a pressão da torcida durante a final vencida pelo brasileiro Thiago Braz, falou mais do que deveria e ouviu mais do que podia. Um caso perfeito de ódio mútuo (mas só nas competições). 

    Mas não teve jeito. Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu superar o espírito antiolímpico da turma de Ryan Lochte, os vândalos da natação. Depois de causar confusão e destruição em um posto de gasolina, os rapazes tiveram a coragem de inventar um assalto e continuar mentindo descaradamente para a polícia e a imprensa, até serem desmascarados por imagens capturadas por câmeras de vigilância. Esses só voltam se forem intimados pelas autoridades.

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    Olimpíadas, Jogos Olímpicos, Rio 2016, Gabrielle Douglas, Renaud Lavillenie, Madison Kocian, Laurie Hernandez, Thiago Braz, Ryan Lochte, Aly Raisman, Michael Phelps, Simone Biles, Alex Morgan, Pita Taufatofua, Hope Solo, Usain Bolt, Tonga, Jamaica, Rio de Janeiro, EUA, França, Brasil
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