00:06 26 Setembro 2020
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    O ministro britânico de Cultura e Esportes, John Whittingdale, confirmou ser da estratégia da Federação Inglesa o boicote às Copas de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar). Ele reconhece que o preço para desistir do boicote é a saída de Joseph Blatter da FIFA. O Reino Unido quer ter através da pressão política o direito que não conquistou no voto.

    O ministro observou que o boicote só será eficiente se contar com "um forte apoio do resto da Europa e de outras nações". "Precisamos de aliados", disse Whittingdale em uma audiência sobre a FIFA no Parlamento britânico.

    Whittingdale chega até a apoiar a ideia do presidente da Federação Inglesa, Greg Dyke, de organizar dois torneios alternativos aos Mundiais da Rússia e do Catar, mas ressaltou que é prematuro falar em realizá-los no Estádio de Wembley, como sugeriu um deputado durante o debate na Câmara dos Comuns.

    A Inglaterra, candidata a realizar a Copa do Mundo da FIFA de 2018, conseguiu apenas um voto na primeira rodada de votações.

    O Gabinete de David Cameron confirmou a pressão britânica, dando a entender que a demissão do presidente da FIFA, que está há 17 anos no cargo, é o preço exigido por Londres para retirar sua ameaça de boicotar as próximas Copas do Mundo.

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    Tags:
    boicote, futebol, esporte, Copa do Mundo, FIFA, Joseph Blatter, Inglaterra, Rússia
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