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    O banco foi estabelecido pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul em 2015 para financiar importantes projetos de infraestrutura em economias em desenvolvimento.

    A direção do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês) do BRICS aprovou como novos membros os Emirados Árabes Unidos (EAU), o Uruguai e o Bangladesh, após uma série de negociações bem-sucedidas, iniciadas no final de 2020.

    "Estamos encantados por receber os Emirados Árabes Unidos, o Uruguai e o Bangladesh na família do NDB. Os novos membros terão no NDB uma plataforma para promover sua cooperação em infraestrutura e desenvolvimento sustentável", afirmou Marcos Troyjo, presidente da instituição financeira, enfatizando que o banco ampliará ainda mais o número de países participantes.

    De acordo com os regulamentos internos do NDB, os membros são efetivados quando o país admitido completa seus processos internos e deposita o instrumento de adesão.

    O banco foi desenvolvido pelas nações do BRICS em 2015 para financiar importantes projetos de infraestrutura nas economias em desenvolvimento.

    Desde então, o NDB já aprovou cerca de 80 projetos, em um valor total de aproximadamente US$ 30 bilhões (R$ 155,5 bilhões), abrangendo áreas como transporte, água e saneamento, energia limpa, infraestrutura digital, infraestrutura social e desenvolvimento urbano.

    A expansão do número de países-membros segue a estratégia do NDB de se posicionar como a principal instituição de desenvolvimento para as economias emergentes, segundo o comunicado.

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    Tags:
    BRICS, economia, bloco econômico, Banco de Desenvolvimento
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