08:32 21 Junho 2021
Ouvir Rádio
    Economia
    URL curta
    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)
    355
    Nos siga no

    Equipe econômica avalia alternativas ao Programa de Preservação do Emprego e Renda, implementado em 2020. No acordo, há redução de jornada e salário ou suspensão de contrato, com uma compensação paga pelo governo com o auxílio emergencial.

    O Ministério da Economia estuda reativar a possibilidade de corte de jornada e salário como medida para evitar o aumento do desemprego no Brasil, com o novo avanço da pandemia de COVID-19 neste início de ano.

    Uma das alternativas avaliadas pela equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, é suspender o contrato de trabalho por até cinco meses, com os trabalhadores recebendo o seguro-desemprego, conforme noticiado pelo jornal Estadão, nesta quinta-feira (28).

    Nos moldes atuais, o mecanismo, conhecido como lay-off, só pode ser adotado se aprovado por acordo coletivo e desde que o trabalhador participe de um curso de qualificação presencial. Porém, o governo estuda permitir a adoção do modelo através de acordo individual e a realização do curso de maneira remota.

    Vista de celular conectado no aplicativo do auxílio emergencial e do Caixa Tem em São Paulo (SP), nesta terça-feira (1º). O Presidente Jair Bolsonaro anuncia prorrogação do auxílio emergencial. O novo valor das parcelas que serão pagas até dezembro é de R$ 300
    © Folhapress / Willian Moreira
    Aplicativo do auxílio emergencial e do Caixa Tem em São Paulo (SP)

    Outra possibilidade seria simplesmente retomar o Programa de Preservação do Emprego e Renda, implementado em 2020. Nele, há acordos de redução de jornada e salário ou suspensão de contrato, com uma compensação paga pelo governo com o auxílio emergencial.

    Outra opção é permitir a adoção das medidas de redução de jornada e salário prevendo um adiantamento do seguro-desemprego, com recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT). A proposta, avaliada no início da pandemia, não vingou por enfrentar resistências, já que o trabalhador poderia eventualmente ser demitido e ficar sem nada a receber.

    Tema:
    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)

    Mais:

    Pandemia trouxe pobreza, mas crise econômica e social já existia no Brasil, aponta sociólogo
    Banco Central do Brasil quer facilitar operações cambiais: propostas propiciam lavagem de dinheiro?
    Itamaraty está sem dinheiro para pagar aluguel e luz de embaixadas, diz jornal
    Tags:
    salários, desemprego, pandemia, novo coronavírus, COVID-19, Ministério da Economia do Brasil, economia, Paulo Guedes
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar