09:00 01 Março 2021
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    Mundo vs. COVID-19 no final de janeiro de 2021 (110)
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    As empresas farmacêuticas que se dedicaram às pesquisas de vacinas contra a COVID-19 tiveram ganhos bilionários no mercado de ações.

    De acordo com o ranking feito pela consultoria Economatica e publicado pelo G1, a norte-americana Novavax é a que apresentou maior ganho nos últimos 12 meses e ofereceu o maior retorno ao acionista: a valorização das ações da empresa desde fevereiro de 2020 é de 1.558%. Com a valorização, o valor de mercado da empresa passou a ser US$ 8,1 milhões.

    A Moderna, cuja vacina vem sendo aplicada nos Estados Unidos, no Canadá e em países da Europa, vem na sequência do ranking de retorno ao acionista, com valorização acima dos 585%. Em valor de mercado, a empresa passou de US$ 6 bilhões para US$ 49,4 bilhões.

    Em terceiro, vem a desenvolvedora alemã de vacinas BioNTech. Com alta de 223% em relação a fevereiro de 2020, hoje a empresa vale US$ 24,3 bilhões no mercado de ações.

    ​Johnson & Johnson, AstraZeneca a Pfizer também apresentaram altas bilionárias. A Johnson & Johnson, que tem produzido vacinas pela sua subsidiária Janssen, passou a valer US$ 428 bilhões (com alta de 11,5% em relação a fevereiro de 2020); a AstraZeneca apresentou alta de 6,7% (hoje vale US$ 133 bilhões); e a Pfizer passou a valer US$ 204 bilhões (alta de 5,9%).

    O levantamento foi feito pela provedora de informações financeiras Economatica, com base em certificados emitidos por bancos norte-americanos que representam as ações de uma empresa. As negociações consideradas foram as da bolsa de valores de Nova York (NYSE) e do índice Nasdaq. Por isso, as chinesas Sinovac e Sinopharm, que têm capital aberto em bolsas asiáticas, ficaram de fora da lista.

    Tema:
    Mundo vs. COVID-19 no final de janeiro de 2021 (110)

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    Tags:
    Pfizer, Johnson & Johnson, vírus, COVID-19, vacina, economia, novo coronavírus, indústria farmacêutica
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