17:13 25 Setembro 2020
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    Brasil luta com pandemia em meados de maio (78)
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    O Ministério da Economia informou nesta terça-feira (12) que o auxílio emergencial não pode ser permanente para não comprometer a política fiscal.

    Segundo uma nota do Ministério da Economia, "as despesas criadas neste momento de excepcionalidade não devem ser transformadas em permanentes para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021 e nem a trajetória sustentável da dívida pública".

    "Sobre as notícias de que o programa de auxílio emergencial pode ser permanente, o Ministério da Economia esclarece que tem tomado medidas de caráter temporário para combater os efeitos da pandemia. O compromisso com o teto de gastos dá credibilidade e promove investimentos que criam empregos e faz com que o governo onere cada vez menos a sociedade", afirma o documento, citado pela Agência Brasil.

    Segundo a nota do ministério, o governo está preocupado em preservar vidas e a atividade econômica.

    "Com medidas extraordinárias, foi possível socorrer os mais vulneráveis que perderam seu sustento. Essa crise trouxe, entretanto, uma oportunidade para avaliar a efetividade dos programas de transferência de renda e desenhar propostas de melhorias. Projetos para a reativação da economia estão em estudo e serão divulgados no momento oportuno", concluiu ministério.

    Na segunda-feira (11), o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, disse que o auxílio emergencial de R$ 600 poderá ser mantido após o fim da pandemia. O secretário afirmou que o governo discute se o auxílio emergencial e outras medidas de socorro deverão durar os três meses inicialmente planejados ou se deverão ser desmontadas gradualmente.

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    Tags:
    COVID-19, auxílio, economia, Brasil
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