11:23 23 Janeiro 2020
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    As disputas comerciais com os EUA, que estão ocorrendo há mais de meio ano, tiveram pouco impacto na economia chinesa, disse a porta-voz do Departamento Nacional de Estatísticas (NBS) da China.

    "Em relação à influência das relações econômico-comerciais entre os EUA e a China, com base nas estatísticas atuais, ela é relativamente limitada", disse a porta-voz do NBS, Liu Aihua, durante uma coletiva de imprensa na quarta-feira (14).

    Apesar disso, os impulsos de crescimento da economia global e do comércio enfraqueceram visivelmente, enquanto ocorre uma instabilidade no mercado financeiro global, além de oscilações significativas nos preços dos produtos básicos.

    A representante do departamento destaca que esses fatores externos de incerteza e instabilidade não devem ser ignorados.

    De acordo com Aihua, se observarmos a situação interna de Pequim, "as contradições estruturais que se acumularam durante muito tempo ainda são bastante substanciais, e um número de empresas, especialmente as pequenas e médias empresas privadas, ainda enfrentam dificuldades em fazer negócios".

    A guerra comercial sino-americana se iniciou após a entrada em vigor de novas taxas aduaneiras mútuas em julho deste ano.

    Washington aplicou um imposto de 25% sobre as importações de 818 itens chineses, estimados em US$ 34 bilhões [R$ 129 bilhões] por ano. Como resposta, Pequim introduziu a mesma taxa sobre a importação de produtos americanos.

    No final de setembro, entraram em vigor novas tarifas norte-americanas de 10% sobre mercadorias da China, avaliadas no total em US$ 200 bilhões [R$ 760 bilhões] por ano. A China, em resposta, impôs tarifas de 10% e 5% sobre as importações dos EUA, no valor de US$ 60 bilhões [R$ 228 bilhões].

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    Tags:
    yuan, dólar, impacto, sanções econômicas, comércio, economia mundial, NBS, Pequim, EUA, Washing, China
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