02:23 23 Outubro 2021
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    Marinha Real britânica realizou lançamento de um novo drone-alvo avançado, capaz de atingir velocidades de até 740 km/h, de ser usado em missões de vigilância e até de transportar armas.

    Trata-se do primeiro veículo aéreo deste tipo testado pela Marinha do Reino Unido em mais um avanço no desenvolvimento de tecnologia não tripulada, o que é considerado um aviso para a Rússia e a China, escreve o tabloide britânico Mirror.

    O novo aparelho de asa fixa, denominado QinetiQ Banshee Jet 80+, realizou um voo a partir do convés do porta-aviões HMS Prince of Wales. Além de atingir velocidades superiores a 700 quilômetros por hora, o drone com motor a jato consegue voar em altitudes de até 7,6 quilômetros.

    O aparelho é relativamente pequeno. A versão atual é equipada com motores de turbina a gás com um impulso de 45 kg, dando um total de 90 kg de impulso estático.

    Difícil de detectar no radar, o Banshee compartilha as mesmas características de um míssil ou avião que ameace o navio - tornando-o um adversário realista para os marinheiros treinarem o combate às ameaças aéreas.

    ​Moldando o futuro da aviação da Marinha Real. O porta-aviões HMS Prince of Wales lançou drones de seu convés, em um momento em que a Marinha Real começa a explorar o uso de tecnologia não tripulada nos porta-aviões da classe Queen Elizabeth.

    "Existe necessidade real de um drone de baixo custo como o Banshee, que pode simular uma série de ameaças no ar e proporcionar uma plataforma de testes para futuras munições", disse comandante Rob Taylor chefe do programa de testes aéreos e avaliação da Marinha Real britânica.

    "Um navio de guerra pode transportar e operar este drone, lançá-lo e usá-lo para manter o pessoal preparado para combater as ameaças aéreas", acrescentou.

    As forças militares britânicas estão cada vez mais empenhadas no desenvolvimento sistemas não tripulados, para aumentar a durabilidade das missões e reduzir o risco para o pessoal de serviço.

    Os drones serão usados tanto para realizar operações de reconhecimento e comunicações como para o transporte de armas.

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    Tags:
    porta-aviões, Marinha Real britânica, tecnologia militar, China, Rússia
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