23:53 23 Junho 2021
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    As forças de operações cibernéticas dos EUA buscam elevar seus efetivos em serviço. Atualmente há 6.187 militares na força de missões cibernéticas, enquanto todo o Cibercomando conta com aproximadamente 238 mil.

    O Cibercomando dos EUA é uma área das Forças Armadas que utiliza técnicas informáticas para proteger os interesses do país no ciberespaço.

    Seu comandante, o general Paul Nakasone, insinuou que seu comando pode em breve recrutar novos agentes.

    "Temos que examinar alguns elementos críticos que vão influir nas futuras dimensões das forças do Cibercomando, que agora contam com 133 grupos", declarou o general.

    Em 2020, diversos congressistas norte-americanos expressaram sua preocupação pela ineficiência do Cibercomando do país, criado em 2012, pois, segundo eles, não reflete a dinâmica atual do ciberespaço.

    Posteriormente, o comando entrou em contato com o alto escalão do Pentágono para "adotar as decisões de pessoal apropriadas".

    Por sua vez, a Comissão de Ciberespaço Solarium, controlada pelo Congresso, também recomendou ao Pentágono contratar mais militares para o setor informático.

    "A recente demanda por parte do Departamento de Defesa demonstrou que os 133 grupos do Cibercomando não são suficientes [...]", afirmou Nakasone.

    O alto comando militar acrescentou que as forças adicionais vão garantir que o Cibercomando possa cumprir plenamente com suas responsabilidades.

    Além disso, observou que, antes de ampliar a equipe, o Cibercomando prevê reforçar o controle sobre seus recursos, melhorar o grau de preparação e consolidar a capacitação.

    De acordo com Nakasone, diversas equipes se concentram na luta antiterrorista, porém, com a mudança de política de Washington em determinados Estados, o Cibercomando se vê obrigado a realizar uma reestruturação.

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    Tags:
    militares, ciberespaço, cibersegurança, eua
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