09:44 16 Maio 2021
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    Pela primeira vez, a Marinha dos EUA destruiu um navio de superfície com um enxame de drones. O ataque foi revelado em 26 de abril e conduzido durante o exercício Problema de Batalha Integrada de Sistemas não Tripulados 21 (UxS IBP) ao largo da costa da Califórnia.

    O ataque de enxame, dirigido contra um alvo identificado por uma embarcação de superfície não tripulada, foi uma das várias operações de equipe de sistemas não tripulados durante o exercício, incluindo uma combinação de aeronaves e barcos não tripulados que identificaram um navio inimigo. Este foi eliminado por um míssil antinavio SM-6 lançado pelo destróier de mísseis guiados USS John Finn, detalha a Forbes.

    "O nosso objetivo para este exercício é avaliar estes sistemas não tripulados e como eles podem trabalhar em conjunto com sistemas tripulados", disse em uma coletiva de imprensa o contra-almirante Jim Aike, diretor técnico do exercício.

    Embora muitos outros sistemas não tripulados tenham sido descritos em algum detalhe, os oficiais não forneceram dados precisos sobre o enxame envolvido no exercício.

    Anteriormente, havia sido divulgado que o exercício incluiria um elemento do projeto Super Swarm da Marinha dos EUA.

    O projeto analisa como enxames massivos incluindo drones, submarinos não tripulados e embarcações de superfície não tripuladas, podem coordenar seus ataques contra navios para maior efeito e também como a Marinha dos EUA pode se defender contra eles. Pesquisadores estadunidenses se recusaram a discutir este projeto.

    O objetivo destes ataques de enxame é sobrecarregar as defesas, atingindo o inimigo com mais ataques do que ele pode lidar. O baixo custo é a característica chave, a ideia do programa LOCUST da Marinha dos EUA é que todo o enxame de drones custará menos do que um míssil convencional.

    ​Marinha dos EUA destrói alvo com um enxame de drones kamikaze e envia uma mensagem à China.

    Outra vantagem do enxame sobre os mísseis convencionais é que um enxame de 50 drones pode atacar 50 pequenos alvos como embarcações de ataque rápido ou navios de superfície não tripulados.

    Segundo a Forbes, o objetivo desde exercício é evidente. A China está desenvolvendo as chamadas defesas anti-acesso e bloqueio de área, ou seja, mísseis em camadas e radares para manter os aviões e navios dos EUA fora do mar do Sul da China.

    O recente exercício e o ataque de enxame em particular sugerem que os EUA estão se preparando para responder.

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    Tags:
    tecnologia militar, veículo aéreo não tripulado, drones, Marinha dos EUA, Mar do Sul da China
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