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    Nomeado pelo presidente dos EUA Joe Biden para ser secretário de Defesa, o general reformado do Exército Lloyd Austin declarou nesta terça-feira (19) que planeja dar outra olhada na Estratégia de Defesa Nacional dos EUA se for confirmado como secretário.

    Em declaração perante a Comissão das Forças Armadas do Senado como parte do processo de nomeação, Lloyd Austin se concentrou na ameaça imposta por Rússia e China, ressaltando que pretende rever a estratégia de defesa se for nomeado para liderar o Departamento de Defesa.

    Rússia e China são os principais desafios para Washington, anunciou o general reformado do Exército. Segundo Austin, tanto Rússia como China representam uma "ameaça séria" para os EUA no espaço.

    "Considero que a Estratégia de Defesa Nacional de 2018 nomeia corretamente China e Rússia como os desafios principais que infringem o ambiente de segurança global. Mas eu acredito que a China seja a maior prioridade por causa de sua ascensão e magnitude de modernização militar", afirmou.
    General Lloyd J. Austin III, líder do Comando Central dos EUA
    © AP Photo / J. Scott Applewhite
    General Lloyd J. Austin III, líder do Comando Central dos EUA

    De acordo com Austin, o espaço é "uma arena de competição de grandes potências". O general reformado apoiou a ideia predominante na comunidade espacial de segurança nacional de que os sistemas dos EUA têm de ser mais resistentes e capazes de suportar armas antissatélite.

    "As atividades espaciais de China e Rússia representam ameaças graves e crescentes aos interesses de segurança nacional dos EUA. Enquanto a Rússia é uma adversária-chave, China é uma ameaça crescente."

    Publicada em 2018 durante a administração Trump, a Estratégia de Defesa Nacional dos Estados Unidos destaca a necessidade de se preparar para um conflito de alto nível com Rússia e China.

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    Tags:
    espaço, EUA, adversários, militarização, Rússia, China, ameaça militar, Pentágono
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