02:21 09 Março 2021
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    No sábado (17), a Marinha do Exército de Libertação Popular da China (ELP) enviou uma flotilha para as águas do golfo de Adem e costa da Somália, a fim de realizar missões de escolta.

    A missão é composta por um destróier de mísseis, uma fragata e um navio de suprimentos, que zarparam de Sanya, cidade no extremo sul da ilha chinesa de Hainan, cita a emissora chinesa CGTN.

    Os três navios assumirão a missão da 36ª força-tarefa de escolta no golfo de Adem e nas águas da costa da Somália.

    Além disso, a China está expandindo sua principal base naval no mar do Sul da China, dando a seus navios de guerra maior influência nesta hidrovia estratégica, disputada por outros países, segundo especialistas citados pelo 9News.

    Um exemplo disso é a base naval na ilha de Hainan, que recentemente foi expandida e tem agora instalações para submarinos nucleares, conforme o GlobalSecurity.org.

    Navio da Marinha chinesa Qiandaohu e fragata Yiyang
    © AFP 2021 / Adam Warzawa
    Navio da Marinha chinesa Qiandaohu e fragata Yiyang

    De acordo com o portal australiano, os chineses instalaram na base quatro píeres para submarinos, de 229 metros de comprimento cada um, podendo abrigar 16 submarinos.

    Além disso, espera-se que a China reforce a área com equipamento de sensoriamento remoto e porta-aviões.

    Pequim afirma que o mar do Sul da China é seu território soberano, tendo construído bases militares em ilhas criadas artificialmente. Os Estados Unidos, por sua vez, consideram o mar do Sul da China uma hidrovia internacional e enviam regularmente seus navios de guerra para patrulhar a área, nos chamados exercícios de liberdade de navegação.

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    Tags:
    submarinos, Mar do Sul da China, navios, Marinha, Marinha, China
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