12:34 24 Janeiro 2021
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    O Exército dos EUA pretende equipar os drones militares MQ-1C Grey Eagle com radares de abertura sintética, indicadores de alvos móveis, inteligência eletrônica, capacidade de inteligência de comunicação e receptores de alerta de radar.

    De acordo com o anúncio publicado há poucos dias no site de contratações governamentais, o Exército busca obter sistemas capazes de ajudar em operações conjuntas em todos os domínios de combate contra ameaças de alto nível de adversários como a China e Rússia, avança o portal Defense News.

    O objetivo por trás desta modernização é equipar as aeronaves não tripuladas MQ-1C Grey Eagle com sensores e munições mais potentes, permitindo que o drone consiga "iniciar a desintegração" de radares inimigos, baterias de mísseis terra-ar e canhões móveis.

    Além do mais, o drone deverá ser equipado com dispositivos destinados a detectar ameaças do Sistema Integrado de Defesa Aérea (IADS, na sigla em inglês), localizá-las e transferir informações para outros sistemas de sensores capazes de reconhecer alvos e coordenar ataques de longo alcance.

    Em outro desenvolvimento, recentemente a empresa norte-americana Aevum apresentou o veículo de lançamento autônomo Ravn X , destinado a enviar satélites ao espaço sem necessidade de plataforma de lançamento em terra.

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    Tags:
    China, Rússia, MQ-1C Eagle, tecnologia militar, sistema de defesa antiaérea, Exército dos EUA
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