18:39 25 Janeiro 2021
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    De acordo com o NDAA norte-americano (Lei de Autorização da Defesa Nacional, na tradução), os Estados Unidos pretendem adotar tecnologias hipersônicas em até três anos.

    Recentemente neste ano, o Departamento de Defesa dos EUA anunciou que o país instalou o Centro de Guerra Naval (NSWC, na sigla em inglês) no estado americano de Indiana como sendo a primeira base para desenvolvimento das armas hipersônicas, enquanto surgiram notícias sobre os planos do Pentágono para inserir mais esforços em pesquisa e adoção da tecnologia.

    "Até 30 de dezembro de 2020, o vice-secretário de Defesa para Pesquisa e Engenharia, em consulta com o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, deverá apresentar às comissões de defesa do Congresso uma estratégia executável e um plano que determina as capacidades das armas hipersônicas ar-ar e de jato de ar, antes da data que é de três anos, após o período da promulgação da presente lei", informa a atual versão do projeto.

    A NDAA envolverá "importantes disposições que afetam nossa segurança nacional", incluindo os meios para "deter a Rússia e a China", o financiamento de infraestruturas militares e reformas para o Pentágono, de acordo com o projeto.

    No entanto, o presidente Trump declarou que vetará a lei, uma vez que esta não inclui a terminação da seção 230 do Ato da Decência das Comunicações (CDA, na sigla em inglês), o qual protege os gigantes tecnológicos de processos judiciais. Segundo Donald Trump e muitos membros do Congresso, a lei deve ser terminada ou alterada, pois, como eles dizem, plataformas de mídia social abusam da mesma, aplicando políticas agressivas de moderação.

    Anteriormente neste ano, os militares norte-americanos intensificaram esforços para desenvolver mísseis hipersônicos capazes de voar a velocidades entre cinco e 20 vezes a velocidade do som, em resposta às demonstrações desta tecnologia pela China e pela Rússia.

     

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    Tags:
    Rússia, China, Pentágono, EUA
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