13:20 02 Dezembro 2020
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    O Exército dos EUA adotou outro míssil do arsenal da Marinha para ser usado como uma arma lançada a partir do solo, o RIM-174, míssil ativo padrão de alcance estendido (ERAM, na sigla em inglês), também conhecido como SM-6.

    No dia 6 de novembro, o Exército anunciou que a Lockheed Martin havia ganhado um contrato de US$ 339 milhões (R$ 1,8 bilhão) para adaptar o SM-6 como uma arma lançada do solo.

    De acordo com o comunicado, o míssil vai preencher uma lacuna na capacidade de alcance intermediário entre o míssil de ataque de precisão (PrSM, na sigla em inglês) e a arma hipersônica de longo alcance (LRHW, na sigla em inglês), e deve estar operacional até o final do ano fiscal de 2023. Ambas as armas estão atualmente em desenvolvimento.

    Destróier USS Delbert D. Black (DDG-119) da Marinha dos EUA
    Destróier USS Delbert D. Black (DDG-119) da Marinha dos EUA

    Devido ao atraso no desenvolvimento do PrSM, o Exército não poderá contar com a arma até, ao menos, o ano fiscal de 2024.

    O SM-6 foi originalmente designado para ser usado como um sistema de defesa antiaérea capaz de abater aeronaves, mísseis convencionais e mísseis balísticos, podendo chegar a 10.000 metros de altura e ter um alcance de 240 quilômetros. O míssil também foi adaptado para atingir alvos navais de superfície.

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    Tags:
    Marinha dos EUA, armas, mísseis, míssil de cruzeiro, míssil teleguiado, míssil balístico, míssil
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