14:28 27 Setembro 2020
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    A inteligência artificial, a autonomia e a robótica, tanto no ar como em terra, são as três tecnologias-chave que, combinadas de forma inovadora, podem proporcionar uma grande vantagem em um conflito militar, afirmou o general do Exército dos EUA, Mike Murray.

    "Para fazer funcionar esses três componentes em um ambiente digital, é preciso ter uma rede subjacente robusta e resistente, e é necessário ter uma arquitetura de dados e o talento para unir tudo isso", explicou Murray.

    Para prontidão em eventuais guerras do futuro, o Exército norte-americano está realizando o Projeto Convergência, que é uma "campanha de aprendizagem" que dura semanas e que integra as armas e as capacidades com as quais visa combater nos anos 2030 e mais além, em um ambiente de rede integrado: ar, terra, mar, espaço e ambiente digital, detalhou o general ao portal Defense News.

    O evento, que foi iniciado em meados de agosto e será concluído em 18 de setembro no deserto do Arizona, se enquadra no novo conceito de combate de Operações Multidomínio (MDO, na sigla em inglês). O Exército dos EUA destaca três fases-chave do Projeto Convergência.

    Penetrar e neutralizar sistemas inimigos de longo alcance a partir de distâncias operacionais e estratégicas; desintegrar os sistemas antiacesso e de negação de área (A2/AD) do inimigo eliminando os sistemas inimigos; e aproveitar a liberdade de manobra para derrotar as forças e os alvos inimigos.

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    Tags:
    tecnologias modernas, tecnologia militar, combate, guerras, inteligência artificial, Exército dos EUA
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