04:41 31 Outubro 2020
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    Durante os últimos meses, caças russos têm sido acionados com regularidade para interceptar aviões de reconhecimento e bombardeiros que simulam ataques de mísseis, disse o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu.

    O chefe da entidade militar observou que a intensidade dos voos da OTAN perto das fronteiras russas tem aumentado significativamente.

    "O que preocupa mais é outra coisa: se anteriormente [...] se tratava principalmente da aviação de reconhecimento, agora começaram voos regulares e exercícios simulando ataques de mísseis", disse Shoigu.

    O ministro especificou ainda que os referidos voos da OTAN são realizados por um grande número de aeronaves.

    Como exemplo, Shoigu indicou a primeira aproximação em muito tempo das fronteiras russas de bombardeiros estratégicos B-52 dos EUA.

    "Nós entendemos essas atividades, sabemos com o que estão relacionadas", sublinhou.

    Conforme disse, todos já se tinham conformado com a ideia de que, em um mundo unipolar, há um único "dono", mas, de repente, aparece outro polo. O "dono" não gosta muito disso.

    A Rússia não tem outra escolha – ela tem que ser forte, e agora tudo está sendo feito para que nada ameace o país, concluiu o ministro da Defesa.

    Nesta semana, dois bombardeiros estratégicos americanos Boeing B-52H Stratofortress, capazes de carregar lançar armas atômicas, sobrevoaram uma área a apenas 25 km da península russa da Crimeia.

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    Tags:
    exercícios aéreos, fronteiras russas, ataque aéreo, B-52, bombardeiro estratégico, Rússia, OTAN
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