21:43 30 Setembro 2020
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    Em 30 de agosto, durante os exercícios internacionais de fogo real RIMPAC, navios e aeronaves afundaram o navio de carga anfíbio descomissionado ex-USS Durham.

    O exercício de afundamento (SINKEX) proporcionou às unidades participantes a oportunidade de adquirirem proficiência e confiança em suas armas e sistemas através de um treinamento real que não pode ser repetido em simuladores.

    "A simulação é uma parte essencial de nosso treinamento, mas não há nada melhor do que conduzir treinamentos de fogo real", disse a capitã Phillipa Hay, da Marinha Real australiana, comandante da Força-Tarefa Um de RIMPAC 2020.

    "Exercícios de afundamento são uma forma importante de testar nossas armas e sistemas de armas de maneira mais realista possível. Eles [os exercícios] demonstram que como força conjunta somos capazes de [realizar] combates de alta eficiência", acrescentou.

    A Marinha dos EUA liberou o primeiro vídeo dos mísseis atingindo o navio, parecendo mostrar uma sucessão de pelo menos três mísseis de cruzeiro antinavio rompendo o casco da embarcação e explodindo, lançando uma nuvem de fumaça.

    Dos exercícios RIMPAC 2020, que estão sendo realizados nas águas perto das ilhas Havaí, participam dez nações aliadas dos EUA, como Austrália, Canadá, Japão, Coreia do Sul e Singapura, 22 navios de superfície, um submarino e aproximadamente 5.300 militares.

    As manobras começaram em 17 de agosto e devem durar até esta segunda-feira (31), revela portal Dvids. 

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    Tags:
    Havaí, exercícios conjuntos, exercícios navais, mísseis antinavio, míssil de cruzeiro
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