03:25 04 Agosto 2020
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    Comandantes militares estão elaborando planos para enviar o porta-aviões HMS Queen Elizabeth da Marinha Real britânica ao Extremo Oriente para desempenhar um papel no combate a uma China cada vez mais assertiva.

    O navio é o primeiro dos dois porta-aviões a completar os treinamentos e vai partir em sua primeira missão como elemento central de um grupo aeronaval de ataque no início do próximo ano.

    É planejado que o navio britânico, que custou 3,1 bilhões de libras (R$ 20,9 bilhões) para ser construído, conduza exercícios militares com nações aliadas, incluindo os EUA e o Japão.

    O HMS Queen Elizabeth tem uma tripulação de cerca de 700 militares, que pode chegar a 1.600 pessoas quando caças e helicópteros estiverem a bordo.

    O porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth em Portsmouth, Reino Unido
    © AP Photo / Gareth Fuller
    O porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth em Portsmouth, Reino Unido
    Durante sua missão no Extremo Oriente, o porta-aviões terá embarcados dois esquadrões compostos por caças F-35B, provavelmente da Força Aérea britânica e do Corpo de Fuzileiros dos EUA.

    Além disso, o grupo de ataque vai integrar dois destróieres Type 45 e duas fragatas Type 23, dois navios-tanque e helicópteros, escreve edição The Times.

    Os comandantes militares elaboraram propostas para posicionar um dos porta-aviões na região do Indo-Pacífico. Uma das opções é convidar aliados com caças F-35, como os EUA ou provavelmente o Japão, para auxiliar o grupo de navios com poder aéreo.

    É provável que outros parceiros, tais como Austrália e Canadá, façam parte da missão para fornecer navios de escolta ou submarinos.

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    Tags:
    F-35 Lightning II, Japão, Canadá, Pacífico, China, exercícios navais, forças navais, Indo-Pacífico, EUA, Reino Unido, porta-aviões
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