00:49 10 Agosto 2020
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    Após conceder contratos ao longo dos últimos dois meses, o Exército dos EUA iniciou a primeira fase de um programa para um novo sistema de guerra eletrônica.

    O objetivo do Exército dos Estados Unidos é desenvolver o Sistema de Camada Terrestre (TLS, na sigla em inglês), que consiste em sinais inteligentes terrestres baseados em terra, sistemas de guerra eletrônica e capacidades cibernéticas.

    Esta primeira fase durará 16 meses, afirmou ao portal militar C4ISRNET Paul Turczynski, diretor de publicidade, vendas de cargas úteis e missões da Boeing. A primeira fase vai envolver a revisão de um design preliminar no começo de julho, bem como testes operacionais das unidades.

    Subsidiária da Boeing, a Digital Receiver Technology recebeu um dos contratos para construir o TLS durante a primeira fase por US$ 7,6 milhões (R$ 40,8 milhões). A Lockheed Martin foi designada para o segundo contrato em maio por seis milhões de dólares (R$ 32,2 milhões).

    O sistema é sobre "compreensão de situação, sinais de inteligência e guerra eletrônica, assim como ataque eletrônico, produzindo informações decisivas que, em última instância, levam à força de proteção", afirmou Turczynski.

    Segundo o representante da Boeing, a companhia irá fornecer três veículos com a conclusão da primeira fase, que passarão por testes operacionais e avaliações de soldados. Este passo permite aos solados observar a interface dos sistemas, além de seu uso prático e capacidades.

    O Exército norte-americano busca selecionar um dos fornecedores após este período de 16 meses. Ainda no ano fiscal de 2022, os EUA devem receber as primeiras unidades do programa.

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    Tags:
    guerra eletrônica, Defesa, EUA, Exército, Lockheed Martin, Boeing
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