22:15 04 Junho 2020
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    A proliferação do coronavírus afetou dois porta-aviões dos EUA, além de diversas bases no exterior e ao menos 6.754 efetivos de suas forças militares.

    Apesar dos desafios do coronavírus, as Forças Armadas permanecem prontas para combate e preparadas para utilizar seu arsenal nuclear se os EUA se envolverem em um grande conflito armado, afirma Tim Ray, chefe do Comando Global de Ataque da Força Aérea dos EUA.

    "Fiquem confiantes, tomamos as medidas necessárias para garantir que nossas forças de bombardeiros e ICBM estão prontas para ir e podem atingir qualquer alvo no planeta a qualquer momento. Estamos completamente operacionais e a COVID-19 não alterará isso. Nossas forças continuam a manter um nível extremamente alto de prontidão e capacidade de resposta", comenta Ray.

    A Força Aérea norte-americana esclarece que começou a desenvolver procedimentos para operar durante a pandemia e manter seu pessoal saudável ainda em janeiro. Os planos de contenção desenvolvidos permitem a Força Aérea limitar a proliferação do vírus, mantendo operacionais as equipes encarregadas de suas aeronaves e sistemas de mísseis.

    "Somos pagos para realizar esta missão sob qualquer condição. Não somente algumas, mas todas as condições. Este é um conjunto terrível de circunstâncias, mas devemos estar preparados para realizar este trabalho em circunstâncias muito piores", avaliou o comandante.

    No entanto, apesar de todos os esforços, em torno de 6.754 militares das Forças Armadas dos EUA foram infectados pelo coronavírus, de acordo com dados divulgados pelo Departamento de Defesa.

    A proliferação da COVID-19 afetou diversas bases dos EUA no exterior, assim como dois porta-aviões, incluindo a situação embaraçosa com o porta-aviões USS Theodore Roosevelt.

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    Tags:
    arma nuclear, nuclear, porta-aviões, COVID-19, Força Aérea dos EUA, EUA
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