03:57 05 Dezembro 2020
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    O Brasil pretende facilitar a exportação de produtos e de tecnologias de defesa, revelou neste sábado o secretário de Produtos de Defesa, do Ministério da Defesa, Marcus Degaut.

    Foi assinado, nesta semana, um protocolo de intenções entre o Ministério da Defesa e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em uma cerimônia que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, e do Ministro da Economia, Paulo Guedes.

    De acordo com o secretário de Produtos de Defesa, do Ministério da Defesa, Marcus Degaut, para cada Real investido neste setor há um retorno de R$ 9,8 à economia.

    "Nenhum outro setor, industrial ou não, sequer se aproxima da metade disso", disse o secretário em entrevista à Agência Brasil.

    Segundo Degaut, nem todas as empresas deste setor são voltadas à fabricação de armas e munições.

    "Apenas 1,7% das 1.100 empresas credenciadas e supervisionadas pelo Ministério da Defesa, para o fornecimento de produtos voltados à defesa, produzem armas ou munições", informou o secretário.

    A maioria dos produtos desenvolvidas pela Indústria da Defesa é voltada a tecnologias de ponta, destacou o funcionário do governo. Segundo ele, se trata de produtos que vão desde a Internet até tintas e panela teflon, passando por celulares, computadores, aparelhos de ressonância magnética, tomógrafos, GPS, sistemas eletrônicos, entre outros.

    "Ano passado nós já batemos um recorde histórico no que diz respeito à exportação de produtos de defesa. Conseguimos um acréscimo de 33% em relação a 2018. Para esse ano esperamos um crescimento de mais de 30%", comemorou o secretário.
    Tags:
    exportações, Brasil, indústria de defesa, BNDES
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