16:19 29 Março 2020
Ouvir Rádio
    Defesa
    URL curta
    23474
    Nos siga no

    A Marinha dos EUA celebra a adição do novo porta-aviões USS Gerald R. Ford à frota do país, entretanto, fatos mostram que a embarcação não é motivo de celebração, mas sim de preocupação.

    Isso porque o porta-aviões fracassou na última avaliação do Pentágono e segue apresentando falhas nos sistemas, que impedem sua operação eficaz em combate. Além disso, o navio tem sua produção atrasada há anos, além de ter um orçamento acima dos R$ 55 bilhões, segundo o portal Washington Examiner.

    A avaliação do Pentágono indica que o "poderoso" porta-aviões segue com uma baixa confiabilidade em sistemas de operação críticos, incluindo sistemas de catapulta e de frenagem, falhas no isolamento de eletricidade ou problemas na detecção e rastreamento de alvos.

    Estes problemas poderiam causar sérios problemas durante as operações de voo, afetando a capacidade da embarcação, o que pode tornar o porta-aviões em um grande alvo para o inimigo.

    Além dos problemas já citados, o Ford ainda apresenta riscos de radiação eletromagnética, problemas de interferência e camas insuficientes para tripulação.

    E tudo isso foi confirmado em apenas um teste operacional do Ford dos quatro planejados. Com tantos problemas, o navio provavelmente não atingirá sua capacidade operacional até 2021.

    Com isso, a Marinha estaria iludida sobre o potencial da embarcação, que até o momento não passa de uma grande decepção, uma "triste piada" e uma ofensa às expectativas de um equipamento de alto custo, um "fracasso inaceitável", define a mídia norte-americana.

    Mais:

    Porta-aviões dos EUA é escoltado por 20 embarcações do Irã, diz mídia (FOTO)
    Porta-aviões mais avançado dos EUA navega com problemas que é 'obrigatório corrigir', diz Pentágono
    China coloca 2º porta-aviões em serviço em meio a tensões com EUA (FOTO)
    Tags:
    EUA, Marinha, embarcação, navio, Defesa, porta-aviões
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar