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    Testes do míssil balístico intercontinental Sarmat, 29 de março de 2018

    Analistas norte-americanos comparam potencial nuclear da Rússia e outros países

    © Foto : Ministério da Defesa da Rússia
    Defesa
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    As armas nucleares russas são várias vezes mais potentes que as norte-americanas, revelou um estudo realizado por ex-funcionários da inteligência estadunidense, publicado no portal SofRep.

    Os especialistas compararam a potência de diferentes bombas atômicas, incluindo as Little Boy e Fat Man que foram lançados pelos EUA contra Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945.

    Segundo o portal, a potência das bombas usadas contra as duas cidades japonesas eram de 15 e 21 quilotons respetivamente. O míssil norte-americano Trident, por sua vez, tem uma potência de 100 quilotons. A bomba norte-coreana mais potente tem uma potência de 250 quilotons, enquanto a do míssil Minutemen dos EUA é de 475 quilotons.

    Além disso, o portal revelou que a potência do míssil balístico intercontinental de produção chinesa DF-31 (Dongfeng-31) superou mais de duas vezes a do seu concorrente norte-americano, tendo uma potência de cerca de 1.000 quilotons. Entretanto, Washington tem a bomba termonuclear B53, cuja potência é de 9.000 quilotons.

    Entretanto, de acordo com os especialistas, a potência das novas armas russas supera significativamente a das armas mais modernas de outros países. Por exemplo, o míssil balístico intercontinental Sarmat tem uma potência de 50.000 quilotons, enquanto o mais avançado torpedo nuclear russo Status-6 (conhecido também como Poseidon) tem 100 megatons de potência. Segundo esses dados, a potência das armas nucleares russas supera em pelo menos 5,5 e 11,1 vezes a das norte-americanas.

    Em março, Vladimir Putin apresentou as novas armas russas durante seu discurso anual. Entre estas, o sistema de mísseis estratégico Sarmat, um míssil de cruzeiro de alcance ilimitado, um submersível não tripulado e o sistema de mísseis para aviação Kinzhal, entre outros.

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    Tags:
    armas nucleares, míssil balístico, Sarmat, China, EUA, Rússia
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