14:41 19 Julho 2018
Ouvir Rádio
    Caça MiG-31 armado con o míssil hipersônico Kinzhal

    Mídia revela que míssil hipersônico russo Kinzhal está pronto para combate

    © Sputnik / Ilia Pitalev
    Defesa
    URL curta
    6230

    O míssil russo Kinzhal vai entrar em serviço até 2020, e por enquanto está sendo testado com sucesso, informa o canal CNBC com referência a fontes próximas da inteligência norte-americana.

    Conforme o canal, os novíssimos mísseis já foram testados 12 vezes nos caças MiG-31, e agora estão em curso trabalhos para adaptar o míssil para os bombardeiros. Mais cedo, uma fonte na indústria de defesa disse à Sputnik que os mísseis hipersônicos Kinzhal serão instalados nos bombardeiros de longo alcance Tu-22M3.

    O CNBC relata sobre três testes bem-sucedidos do míssil, os últimos dos quais foram realizados em julho, quando o míssil atingiu o alvo à distância de cerca de 800 quilômetros.

    Anteriormente, o canal de televisão publicou uma matéria, segundo a qual as armas hipersônicas Avangard também estarão prontas até 2020.

    Entretanto, o Pentágono já várias vezes expressou preocupação com a impossibilidade de interceptar os mísseis hipersônicos. Em particular, isso foi apontado durante as audições do Senado pelo chefe do Comando Estratégico do Departamento de Defesa dos EUA, general John E. Hyten.

    Além disso, na mídia apareceu uma informação sobre os problemas da defesa antimíssil norte-americana. Por exemplo, o diário The New York Times escreveu que em 2017 na Arábia Saudita os mísseis Patriot não conseguiram sequer interceptar o míssil balístico tático R-11 (Scud) elaborado nos meados do século 20.

    Mais:

    Bombardeiro russo Tu-22M3 poderá portar 4 mísseis hipersônicos Kinzhal
    Rússia está desenvolvendo bombardeiro estratégico mais potente, revela imprensa
    Mídia dramatiza impotência dos EUA diante das armas hipersônicas da Rússia
    Tags:
    Bombardeiro, caça, armas, testes, míssil hipersônico, Kinzhal, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik