18:19 15 Julho 2018
Ouvir Rádio
    Navio de guerra USS Little Rock no porto de Buffalo, EUA

    Mídia chama navios de guerra estadunidenses de 'monte de lixo flutuante'

    © AP Photo/ Carolyn Thompson
    Defesa
    URL curta
    18347

    Os navios de guerra costeiros dos EUA do programa Littoral Combat Ship se tornaram um "monte de lixo flutuante", informa o site Task & Purpose.

    "Depois de terem sido gastos 16 anos e bilhões de dólares, a Marinha dos EUA parece afinal reconhecer que o programa dos navios de guerra costeiros LCS é um fracasso absoluto", diz o artigo.

    Além disso, os novos navios não são adequados para operações militares. Em 2014, os EUA foram obrigados a reduzir as encomendas de navios LCS por não estarem seguros da sua eficácia e os barcos já existentes se encontrarem sempre em trabalhos de manutenção técnica e correções.

    Segundo comunicaram no Instituto Naval dos EUA, em 2018 os marinheiros norte-americanos não poderão posicionar rapidamente nenhum navio costeiro.

    Entre as falhas evidentes dos LCS, a edição menciona a falta de elementos do sistema de combate, em particular, dos sistemas de radar, as capacidades limitadas da proteção contra mísseis antinavio, bem como a ausência de um mecanismo de proteção que permita reduzir os danos em caso de um impacto forte.

    "Nenhuma modificação dos LCS poderá suportar um combate intenso", nota o artigo.

    Antes, o Pentágono reconheceu que os navios de guerra costeiros da Marinha dos EUA se demonstraram de forma fraca em testes contra um grupo de navios de ataque pequenos, tendo revelado uma série de avarias — desde problemas com geradores e sistemas de ar condicionado até falhas do sistema de cibersegurança.

    Mais:

    Destróier 'Winston Churchill' se junta à 6ª frota dos EUA próximo à Síria
    Eis os principais cenários que navios estadunidenses podem usar contra Assad
    Com a mira nas Curilas? Força Aérea dos EUA aumenta presença no Japão
    Tags:
    proteção, ataque, frota, navio de guerra, Marinha dos EUA, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik