00:09 22 Agosto 2018
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    Caça F-16 da Força Aérea portuguesa  e caça CF-18 Hornet patrol da Força Aérea canadense sobre o mar Báltico (foto de arquivo)

    Esse 'pequeno' fator faz toda a diferença entre aviões russos e os da OTAN no Báltico

    © REUTERS / Ints Kalnins
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    Todos os aviões russos sempre efetuam seus voos sobre o mar Báltico com transponders ligados, ao contrário das aeronaves da OTAN, afirmou o chefe do Comitê de Segurança do Conselho da Federação (Senado) da Rússia, Viktor Bondarev.

    "Sempre ligamos transponders, fazíamos e continuamos fazendo. Lutamos pela abertura e transparência máximas, no que diz respeito tanto ao espaço aéreo quanto ao mar", assegurou.

    De acordo com Bondarev, os países da Aliança Atlântica não desejam ser transparentes.

    "Os aviões dos países da OTAN nunca ligam transponders", informou o senador.

    Mais cedo, a chancelaria russa comunicou estar preocupada com as atividades crescentes da aviação da OTAN na região do mar Báltico.

    "[Quanto à] questão de segurança aérea na região do mar Báltico. As atividades crescentes da aviação militar dos países-membros da OTAN, bem como da Suécia e Finlândia, perto das nossas fronteiras, sobre o mar Báltico, continuam provocando preocupação", disse o vice-representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Artem Kozhin, durante coletiva.

    Desde janeiro, o contingente dinamarquês, representado por 4 caças F-16 Fighting Falcon, está efetuando missão de policiamento aéreo nos países do Báltico.

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    Tags:
    aviação militar, F-16 Fighting Falcon, OTAN, Mar Báltico, Rússia
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