F-35 podem expor seus pilotos a 'riscos significativos', alerta membro do Pentágono

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O novo caça de quinta geração dos EUA é apontado como a arma mais cara da história. Com um custo unitário de cerca de 400 milhões de dólares, no entanto, estas aeronaves podem expor seus pilotos a um “risco significativo”, devido a uma série de deficiências que até agora não foram solucionadas, diz um alto oficial do Pentágono.

Recentemente, o Projeto de Supervisão Governamental (POGO, na sigla em inglês) obteve acesso e tornou público um documento em que Michael Gilmore, diretor de testes operacionais do Pentágono, alerta para o fato de os desenvolvedores desta aeronave estarem reduzindo a fase de seus testes para conseguir cumprir com os prazos pré-estabelecidos no projeto.

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O documento enumera os problemas do programa do F-35, desde a falta de testes de suas armas até as falhas existentes nos capacetes dos pilotos. Nas palavras de Gilmore, todos estes detalhes podem expor os pilotos a "riscos significativos".

O documento termina com a recomendação de um reestruturação completo do programa, para que todos os testes possam ser realizados. Está prevista que os primeiros 16 caças F-35B sejam implantados na base aérea de Iwakuni, no Japão, já no início do próximo ano. O prazo limite do programa, lançado em 2001, chegou a ser postergados diversas vezes após a aeronave ter demonstrado numerosos problemas técnicos e enormes falhas nos custos, que aumento o seu preço final em quase 70%, lembra Daily Mail.

© Sputnik / Vitali PodvitskiO Pentágono considera o caça F-35 do futuro da aviação militar e já gastou com ele 14 anos de trabalho e cerca de US$ 400 bilhões.
O Pentágono considera o caça F-35 do futuro da aviação militar e já gastou com ele 14 anos de trabalho e cerca de US$ 400 bilhões. - Sputnik Brasil
O Pentágono considera o caça F-35 do futuro da aviação militar e já gastou com ele 14 anos de trabalho e cerca de US$ 400 bilhões.

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