14:56 19 Outubro 2021
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    A Rússia empregou grandes esforços para reforçar as suas posições no mar Negro e tem feito progressos significativos, perturbando assim os planos da OTAN para esta região, escreve a Forbes.

    Nos últimos anos, os Estados Unidos passaram a cooperar cada vez mais com os países da costa do mar Negro, propondo-lhes a realização de manobras navais, discutindo ao mesmo tempo a perspectiva da produção conjunta de armamentos. Washington explica tais ações da seguinte forma: os países situados perto da Rússia devem ser protegidas das "ameaças" por parte de Moscou, observa a edição Forbes.

    Com tudo isso, os países ocidentais sabem muito bem que, ao longo de centenas de anos, a Rússia sempre considerou a região do mar Negro como um dos mais importantes garantes de sua segurança, tendo para isso motivos históricos e estratégicos, diz o artigo. Neste contexto, não é de admirar que ultimamente Moscou esteja trabalhando para fazer voltar antiga glória à sua Frota, enfatiza o autor da matéria.

    Desde o momento da reintegração da Crimeia na Rússia, Moscou barrou o mar Negro com uma combinação de mísseis supersônicos antinavio, com alcance de 600 quilômetros, e aviões de guerra avançados, bem como navios e submarinos, escreve a publicação.

    A capacidade da frota russa permite limitar seriamente a liberdade de ação dos EUA e da OTAN no mar Negro. Isso pode levar ainda a indústria militar americana a aumentar de modo impressionante as suas despesas.

    Até os pequenos navios de patrulha podem representar perigo para os navios de outras forças navais, graças à utilização de novos mísseis de cruzeiro Kalibr e munições de precisão, conclui o autor do artigo.

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    Tags:
    mar Negro, OTAN, fronteiras, segurança marítima, segurança nacional
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