13:46 22 Outubro 2017
Ouvir Rádio
    Bombardeiro B-52 da Força Aérea dos EUA

    Pentágono ainda não escolheu próxima geração de bombardeiros

    © AFP 2017/ Paul Crock
    Defesa
    URL curta
    31093215

    A Força Aérea dos Estados Unidos ainda não assinou contrato para a fabricação de seus bombardeiros de longo alcance, e o chefe de aquisições de serviços afirma que uma decisão pode ser adiada até o outono no hemisfério norte.

    “Será feito quando for feito”, afirmou o secretário assistente da Força Aérea William LaPlante. “O mais importante é que façamos direito.”

    Em maio, LaPlante afirmou que esperava uma decisão para julho, mas a secretária da Força Aérea Deborah James esfriou as expectativas, dizendo que uma decisão pode acontecer só em agosto ou setembro, informou o DoD Buzz.

    Entre os competidores que disputam o contrato estão a Northrop Grumman e a parceria formada por Boeing e Lockheed. 

    A Força Aérea espera comprar entre 80 e 100 bombardeiros de longa distância, disse a tenente-general Ellen Pawlikowski, vice-chefe militar de aquisições da Força Aérea. Oficiais estimam que os bombardeiros custarão cerca de US$ 550 milhões cada. 

    LaPlante afirmou que responde perguntas sobre o contrato todos os dias, mas que a Força Aérea não tomará uma decisão apressada.

    “Se alguém vier e disser que queremos fazer uma coisa a mais (antes de ceder o contrato), não vou dizer ‘não, não, você não pode.’ Isto (bombardeiro e sistema de armas) é algo que ficará conosco por 50 anos.”

    James, por sua vez, ressaltou que espera evitar um protesto formal contra a decisão, mas reconheceu que o perdedor da disputa tem o direito de contestar.

    “Se tivermos todas as informações certas, esperamos que isso vá diminuir a possibilidade, mas se houver um protesto, haverá um protesto. É direito das empresas”, afirmou à agência Reuters.

    Mais:

    EUA planejam corte de 40 mil soldados para cortar gastos
    EUA suspeitam que China possa ter intenção de destruir satélites americanos
    EUA querem saber quem usou armas químicas na Síria, mas por que agora?
    Ataque suicida provoca 18 mortes perto de base militar dos EUA no Afeganistão
    Tags:
    concorrência, Bombardeiro, contrato, Força Aérea, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik