01:57 21 Setembro 2018
Ouvir Rádio
    Exército francês durante exercícios em abril de 2015

    Pesquisa: União Europeia deve ter seu próprio exército e não depender da OTAN

    © AFP 2018 / MEHDI FEDOUACH
    Defesa
    URL curta
    3212

    De acordo com mais uma pesquisa Sputnik-Opinião, realizada no Reino Unido, França e Alemanha pela agência britânica ICM Research para a agência e rádio Sputnik, um terço dos inquiridos acha que a União Europeia teve ter o seu próprio exército e não depender das forças da OTAN.

    Respondendo à questão "considera que a União Europeia deve ter o seu próprio exército para defender os seus interesses ou é a OTAN que deve defender os países europeus?", em média 28% dos entrevistados considera que há necessidade de a UE ter o seu próprio exército.

    O maior percentual de defensores de um exército europeu foi registrado em França (37%). Quase metade dos entrevistados na Alemanha (47%) e no Reino Unido (48%) são partidários da presença de tropas da OTAN no país, enquanto na Alemanha, é elevada a proporção dos defensores de suas próprias forças armadas — 36%.

    A UE deve possuir um exército?
    © Sputnik /
    A UE deve possuir um exército?

    A pesquisa foi realizada pela ICM Research para a agência Sputnik em 1-4 de Maio de 2015 no Reino Unido, França e Alemanha.

    A amostra era composta por 4.096 pessoas (2.005 no Reino Unido, 1.041 na França, 1.050 na Alemanha), sendo representativa por sexo, idade e zona geográfica.

    A margem de erro da pesquisa é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

    A empresa britânica de estudos de opinião ICM Research foi parceira da sondagem.

    Mais:

    Putin: exército forte e bem armado é garantia da soberania da Rússia
    Lavrov: Exército dos EUA não é o único exército que há no mundo
    Exército russo receberá 100 mil equipamentos 'Soldado do Futuro'
    Tags:
    opinião pública, pesquisa, Exército, OTAN, União Europeia, União Europeia, UE
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik