07:40 23 Maio 2018
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    A instalação 'Ah, Molécula', da artista carioca Suzana Queiroga na frente do Museu do Amanhã

    Museu do Amanhã celebra 6 meses de inauguração com exposição sobre crise hídrica no país

    Raquel Novaes/Museu do Amanhã
    Cultura
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    A crise hídrica no país foi o tema escolhido pela direção do Museu do Amanhã, para celebrar os seis meses de inauguração do espaço cultural, localizado na Praça Mauá, no Centro do Rio.

    Até o dia 24 de junho, o espaço cultural mostra duas exposições relacionadas ao tema: A mostra fotográfica “Da abundância à escassez”, que reúne 37 imagens de 12 fotógrafos brasileiros, e a instalação “Ah, molécula”, da artista plástica Suzana Queiroga, que foi montada em um dos espelhos d´água da entrada do museu, com bolas infláveis simbolizando a molécula da água.

    O tema a crise hídrica foi escolhido para convidar o público a refletir sobre os problemas envolvendo a água no Brasil, incluindo a poluição dos mananciais ou as secas severas que atingem populações inteiras, e também pelo fato do Museu do Amanhã ser construído em um píer dentro da Baía de Guanabara, o que o coloca em uma relação bem próxima com a água. O prédio ainda é cercado por espelhos d´água, o que faz refletir a sua grandiosa arquitetura.

    Na sexta-feira (24), a programação se encerra com o seminário Crise Hídrica no Brasil: Ontem, hoje e amanhã, que vai reunir importantes representantes da ciência e de questões ambientais, como o climatologista Carlos Nobre a ex-ministra do Meio Ambiente do governo Dilma, Izabella Teixeira.

    Para saber detalhes da programação é só acessar aqui página do Museu do Amanhã.

    Tags:
    Zona Portuária, crise hídrica, água, exposição, Museu do Amanhã, Brasil, Rio de Janeiro
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