11:55 11 Agosto 2020
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    O Festival de Cannes se realiza entre 11 e 22 de maio na Costa Azul francesa.

    Neste ano os favoritos dos críticos são duas mulheres – a alemã Maren Ade, com a tragicomédia de três horas "Toni Erdmann" e a britânica Andrea Arnold, com o igualmente longo drama social "American Honey".

    O júri

    O júri da competição principal de 2016 é presidido pelo diretor australiano de 70 anos de idade, roteirista e produtor George Miller, conhecido principalmente pelos filmes de Mad Max. Para além de Miller o júri integra a atriz americana Kirsten Dunst, a francesa Vanessa Paradis, o diretor cinematográfico Arnaud Desplechin, a atriz e produtora italiana Valeria Golino, o ator dinamarquês Mads Mikkelsen, o diretor húngaro Laszlo Nemes, a produtora iraniana Katayoon Shahabi e o ator canadense e produtor Donald Sutherland.

    O programa

    O programa principal do festival incluiu 21 filmes. Este ano, os filmes têm muitos deles personagens fortes de heroínas — a "Julieta", do diretor espanhol Pedro Almodóvar sobre uma mãe que tenta encontrar sua filha desaparecida,  "Personal Shopper" de Olivier Assayas, vaiado pelos críticos com Kristen Stewart no papel principal, "American Honey", dirigido por Andrea Arnold, "Aquarius" do brasileiro Kleber Mendonça Filho, "The Neon Demon" sobre o mundo cruel da beleza e "Elle" do realizador holandês de culto Paul Verhoeven.

    O prodígio canadense Xavier Dolan reuniu na sua obra "Juste La Fim Du Monde" cinco dos mais bem sucedidos atores franceses — Gaspard Ulliel, Vincent Cassel, Marion Cotillard, Léa Seydoux e Nathalie Baye.

    No festival também se realizou a estreia esperada de Sean Penn, "The Last Face", com Charlize Theron e Javier Bardem, que foi imediatamente “sovada” pelos críticos.

    As previsões dos críticos

    "Toni Erdmann" se tornou um dos principais favoritos do Festival de Cannes — é uma comédia alemã de três horas de Maren Ade sobre as relações difíceis um pai-músico libertino e sua filha carreirista e muito ambiciosa. Esta é uma das poucas obras que foi interrompida várias vezes por aplausos durante a mostra.

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    Tags:
    crítica, filme, Mad Max, Kristen Stewart, França, Cannes
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