00:00 24 Setembro 2021
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    Uma atividade inesperada da chuva de meteoros Perseidas foi registrada em 14 de agosto por astrônomos em diferentes partes do mundo. A nova onda de atividade pode ser chamada de "cauda de 2021", disse um astrônomo.

    O recurso japonês para observações de rádio de meteoros Hirofumi Sugimoto foi o primeiro a publicar informações sobre o aumento da atividade de meteoros Perseidas na manhã de 14 de agosto, informou o astrônomo Aleksandr Yakushechkin à Sputnik.

    Depois disso, na noite de 15 de agosto, surgiram relatos de observadores norte-americanos e canadenses, confirmando o aumento drástico da atividade da chuva das 06h00 às 09h00 UT (das 03h00 às 05h00 no horário de Brasília) em 14 de agosto", afirmou astrônomo.

    O sistema de câmeras AllSky localizado em Iowa, nos EUA, registrou de 900 a 1.100 meteoros durante a noite de 13 a 14 de agosto, e os dados preliminares da explosão de 14 de agosto de 2021 mostram uma taxa horária zenital (THZ) de 130 ± 20. A atividade da chuva de meteoros média de THZ para este período nos anos anteriores foi entre 40 e 45, observou o astrônomo.

    "Assim, foi descoberta uma nova cauda da chuva de meteoros Perseidas, desconhecida até agora, ou seja, uma onda de atividade após o tempo do pico tradicional de 12 a 13 de agosto. No futuro, ela pode ser chamada de 'cauda de 2021'", disse especialista.

    O interesse pelo evento Perseidas é tão grande porque é provavelmente a chuva de meteoros mais popular, atraindo a atenção do maior número de observadores, segundo o pesquisador.

    Tradicionalmente, de 11 a 13 de agosto os habitantes da Terra podem observar o máximo da chuva de meteoros Perseidas, formada por partículas ejetadas pelo cometa Swift-Tuttle. Durante a atividade máxima da chuva é possível ver até 100 meteoros por hora.

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    Tags:
    meteoros, estrelas, cometa, astronomia, ciência
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