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    Mundo lidando com COVID-19 em meados de agosto de 2021 (17)
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    Especialistas da Rússia elaboraram um material capaz de matar os vírus em alguns segundos, informou o veículo de imprensa russo Izvestia.

    O Serviço Federal de Defesa dos Direitos dos Consumidores e Bem-Estar Humano da Rússia confirmou as caraterísticas protetoras do material e sua segurança para a saúde humana, conforme a mídia.

    O novo material, designado como Ionit, é um antisséptico de tecido não têxtil e foi apresentado por especialistas da empresa Zdorovie Natsii.

    Ao invés de máscaras e outros itens de proteção individual, ele não apenas impede a penetração de partículas do vírus, mas as inativa completamente. Durante a fabricação do Ionit, os especialistas adicionam um componente especial para elasticidade e fibra de viscose para durabilidade.

    "Implantamos moléculas orgânicas ativas na estrutura do material. Esses fragmentos desativam, ou seja, destroem os vírus e bactérias quando estes atingem a superfície do material", explicou o diretor de desenvolvimento da empresa, Maksim Yakovlev.

    De acordo com suas palavras, o tecido retém as bactérias e vírus seguramente e, ao mesmo tempo, não dificulta a respiração.

    Durante os estudos em uma entidade do Ministério da Defesa, os cientistas colocaram diversos vírus sobre o material e checaram sua estrutura em 15, 30 e 60 minutos. Verificou-se que o SARS-CoV-2 foi inativado em apenas um segundo após seu contato com o Ionit.

    Resultados parecidos foram observados após o contato do novo material com a cepa do vírus da varíola de coelho, reconhecido com um dos patógenos mais resistentes.

    Especialistas da Rússia pretendem utilizar o Ionit em transporte público, no equipamento de proteção individual, bem como na produção de embalagens e roupa, entre outros. As vendas do material planejam ser lançadas já em 2021.

    O preço de um filtro deste material é de cerca de 100 rublos (R$ 7,2), enquanto uma máscara fabricada com ele vai custar cerca de 250 rublos (R$ 18).

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    Mundo lidando com COVID-19 em meados de agosto de 2021 (17)

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    Tags:
    COVID-19, novo coronavírus, estudo, Rússia, máscara
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