10:46 25 Setembro 2021
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    Mundo lidando com COVID-19 em meados de agosto de 2021 (17)
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    Especialistas do Departamento de Saúde de Nova York e da Escola de Saúde Pública de Mailman da Universidade de Colúmbia (EUA) descobriram que a cepa Iota da COVID-19 pode aumentar a taxa de mortalidade em 46%-82% entre os idosos infectados.

    Durante o estudo, os cientistas analisaram os dados epidemiológicos recolhidos em Nova York de novembro de 2020 a abril de 2021, realizando um modelo matemático para determinar a velocidade de transmissão, capacidade de superar a resposta imune e mortalidade da variante Iota (B. 1.526), de acordo com a pré-publicação no medrxiv.org.

    Os pesquisadores descobriram que, comparando com as outras cepas, a variante Iota aumentou a taxa de mortalidade em caso da infecção em 46% entre as pessoas de 45 a 64 anos, em 82% entre os infectados de 65 a 74 anos e em 62% entre os idosos de mais de 75 anos.

    Além disso, a cepa B. 1.526 tem uma velocidade de transmissão 15%-25% maior do que as variantes anteriores. Ao mesmo tempo, ela pode superar a imunidade em 10% das pessoas que são infectadas.

    A variante Iota foi registrada pela primeira vez em Nova York em novembro de 2020 e depois se espalhou por todos os Estados Unidos, com seus traços encontrados em mais de 27 países. A Iota foi a cepa dominante em Nova York de novembro de 2020 a março de 2021, mas com surgimento da variante Alfa (B. 1.1.7) a propagação da B. 1.526 diminuiu gradualmente.

    Em março, a Organização Mundial de Saúde incluiu a Iota na lista de variantes "de interesse". Na lista de cepas "preocupantes" estão a Alfa (Reino Unido), a Beta (África do Sul), a Gama (Brasil) e a Delta (Índia).

    Tema:
    Mundo lidando com COVID-19 em meados de agosto de 2021 (17)

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    Tags:
    COVID-19, novo coronavírus, vírus, infecção, cientistas, EUA, Nova York
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