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    Mundo vs. COVID-19 no final de julho de 2021 (25)
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    Os resultados preliminares de um estudo argentino, que está ainda em curso, mostram que a combinação da vacina russa Sputnik V com a Sinopharm e a AstraZeneca não apresenta efeitos colaterais graves.

    O estudo do Ministério da Saúde da Província de Buenos Aires mostrou a segurança da combinação da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 com outros imunizantes, informou o governo regional.

    "O Ministério da Saúde da Província de Buenos Aires informa que, de acordo com os resultados preliminares do estudo, que ainda está em curso, a combinação da vacina Sputnik V com a da Sinopharm e da AstraZeneca não provocou efeitos colaterais graves", segundo a declaração.

    O estudo mostrou que 41,6% dos pacientes não apresentaram qualquer reação, 8,4% tiveram febre e dor nas costas, 50% tiveram dor na área de administração do imunizante.

    Quanto aos voluntários de diversos distritos de Buenos Aires que participaram da pesquisa, todos tinham mais de 18 anos, com média de idades de 49 anos, 28,1% eram mulheres e 71,8% eram homens. Os participantes não deviam ter estado doentes com coronavírus e a primeira dose deve ter sido administrada de 7 a 45 dias antes do registro de participação no estudo.

    "O estudo mostrou uma alta segurança da combinação de vacinas", enfatizou o Ministério da Saúde.

    O governo nacional havia solicitado às autoridades de várias províncias a realização de estudos sobre a combinação de vacinas, a fim de analisar a possibilidade de fornecimento de doses de diferentes laboratórios a fim de avançar mais rapidamente no plano de vacinação.

    Tema:
    Mundo vs. COVID-19 no final de julho de 2021 (25)

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    Tags:
    COVID-19, novo coronavírus, Sputnik V, vacina, Argentina, estudo
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