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    Pandemia de COVID-19 no mundo em meados de março de 2021 (83)
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    Pesquisadores da Universidade de Surrey, no Reino Unido, dizem ter desenvolvido um teste não invasivo que poderá detectar COVID-19, através da coleta de amostras de material da pele.

    Pelo mundo afora, várias pessoas têm sido testadas para a COVID-19 (testes PCR) dos modos mais traumáticos e peculiares, desde a coleta de amostras através da penetração de cotonetes no nariz até testes anais realizados na China, estimando-se que pelo menos um milhão de cidadãos em Pequim tenha sido testado de tal maneira.

    Porém, em um novo estudo publicado na E Clinical Medicine da revista The Lancet, os cientistas recolheram amostras de sebo – substância oleosa e gordurosa produzida pelas glândulas sebáceas de nosso corpo, em áreas do rosto, pescoço ou costas – de 67 pacientes hospitalizados, dos quais 30 testaram positivo para a COVID-19, e os restantes 37 negativo.

    As amostras foram sujeitas a análises utilizando cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas. Os resultados foram combinados com uma técnica de modelagem estatística chamada Quadrados Parciais Mínimos, de modo a diferenciar as amostras dos pacientes que testaram positivo e negativo.

    Os pesquisadores concluíram que os pacientes que tinham testado positivo apresentavam níveis de lipídios mais baixos do que os restantes pacientes que testaram negativo.

    Deste modo, é possível que distúrbios nos níveis de lipídios possam ser adicionados à lista crescente de mazelas provocadas pela COVID-19 no metabolismo humano e que, provavelmente, e para alívio da população mundial, podem adicionar testes ao sebo cutâneo como uma técnica menos invasiva.

    Tema:
    Pandemia de COVID-19 no mundo em meados de março de 2021 (83)

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    Tags:
    COVID-19, testes, desenvolvimento, ciência, medicina
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