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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)
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    A humanidade perdeu milhões de anos de vida para COVID-19. Cálculos foram realizados em novo estudo de pesquisadores da Universidade Pompeu Fabra espanhola e do Instituto Max Planck para Pesquisa Demográfica alemão, publicado na revista Scientific Reports.

    Nos cálculos, pesquisadores usaram estatísticas de mortes por COVID-19 de 81 países e compararam a diferença entre a idade de cada pessoa que morreu e a expectativa de vida dela por país.

    Os pesquisadores utilizaram um método especial chamado Anos de Vida Perdidos (YLL, na sigla em inglês) para avaliar a quantidade média de anos que uma pessoa poderia ter vivido se não tivesse morrido antes.

    "No total, 20.507.518 de anos de vida teriam sido perdidos devido à COVID-19 em 81 países incluídos neste estudo – 16 anos por cada morte", afirmou o diretor do estudo, dr. Héctor Arolas, da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona.

    No entanto, os pesquisadores notaram que o estudo não levou em consideração somente a quantidade de anos perdidos em resultado de mortes diretamente ligadas à COVID-19.

    Ainda assim, ressaltaram que falecidos por causa de problemas cardiovasculares e outras doenças crônicas também perderam mais anos de vida devido à pandemia.

    Segundo análise dos dados, Nepal foi a nação mais afetada na perda de anos de vida por causa da COVID-19. Em média, nepaleses perderam cerca de 26 anos de vida. Entre os cinco países mais afetados também estão Taiwan, Bolívia, El Salvador e República Dominicana.

    Com as menores perdas de anos, tendo por cada morte devido à COVID-19 uma perda de menos de dez anos de vida, encontram-se Bélgica, Dinamarca, Luxemburgo, Eslovênia, Suécia e Suíça.

    Tema:
    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)

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    Tags:
    cálculo, estudo, novo coronavírus, COVID-19
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