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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)
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    Ao todo, quatro mil mulheres entre a 24ª e a 34ª semana de gestação serão vacinadas, com um intervalo de 21 dias, para avaliar a segurança do imunizante. Os pesquisadores também vão avaliar o potencial de transferência de anticorpos para os bebês.

    A Pfizer e a BioNTech começaram a realizar testes de vacina em grávidas. Conforme divulgado pelas empresas nesta quinta-feira (18), a análise será feita apenas com mulheres saudáveis e maiores de 18 anos.

    Serão vacinadas quatro mil mulheres entre a 24ª e a 34ª semana de gestação nas fases dois e três. O objetivo é avaliar a segurança, tolerabilidade e imunogenicidade de duas doses do imunizante, conhecido como BNT162b2.

    Os testes serão realizados em nove países, incluindo no Brasil.

    As doses da vacina - ou do placebo (no caso do grupo de controle) - serão administradas com 21 dias de intervalo. Dependendo do que receber, cada grávida terá acompanhamento entre sete e dez meses.

    O estudo também visa monitorar o potencial de transferência de anticorpos da mãe ao bebê. Os filhos estarão sob avaliação até os seis meses de vida, aproximadamente.

    Seringa e logo da empresa Pfizer
    © Sputnik / Vladimir Trefilov
    Seringa e logo da empresa Pfizer

    Pelo protocolo estabelecido, a informação sobre a mãe estar ou não no grupo de controle será revelada após o nascimento do bebê. Se sim, ou seja, se tomou o placebo, ela será vacinada na sequência.

    Antes de realizar este ensaio clínico, por exigência de autoridades regulatórias, a Pfizer e a BioNTech tiveram que realizar um estudo de toxicidade reprodutiva e de desenvolvimento (DART) com o imunizante em animais. Os testes não mostraram evidência de fertilidade ou toxicidade reprodutiva.

    Tema:
    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)

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    Tags:
    estudo, vacinação, vacina, grávida, Pfizer, novo coronavírus, pandemia, COVID-19
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