12:32 21 Junho 2021
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    O geneticista Sharon Peacock, do Reino Unido, referiu o perigo que as novas cepas do coronavírus representam para o mundo, e que por isso será necessário sequenciar novas cepas nos próximos dez anos.

    A cepa britânica da COVID-19 deve tornar-se a mais dominante no mundo, prevê Sharon Peacock, diretora do programa de vigilância genética do Reino Unido, em declarações à emissora BBC.

    Segundo avisou, a variante, que é cerca de 70% mais infecciosa que as cepas originais, "vai varrer o mundo todo", da mesma forma que "varreu" o Reino Unido.

    Recentemente, cientistas apontaram que a cepa do Reino Unido desenvolveu a mutação E484K, o que permitiu que a versão da África do Sul tenha se tornado tão ameaçadora.

    Por causa disso, Peacock disse que os cientistas podem ter a necessidade de sequenciar as novas variantes do SARS-CoV-2 ao longo dos próximos dez anos, de forma a reduzir o risco que representam aos países.

    A cepa do Reino Unido foi descoberta originalmente em setembro de 2020 no condado inglês do sudeste de Kent, e tem sido detectada em mais de 50 países pelo mundo afora, incluindo o Brasil e Portugal.

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    África do Sul, BBC, Reino Unido
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