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    Mundo vs. COVID-19 no final de janeiro de 2021 (110)
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    Nikolai Malyshev, epidemiologista da Rússia, afirmou que a reação corporal à vacinação contra o novo coronavírus é um sinal positivo, enquanto alguns medicamentos podem minar a criação de anticorpos.

    Uma reação do corpo à vacinação contra COVID-19 pode indicar que a imunidade à infecção está mais forte, segundo Nikolai Malyshev, doutor em medicina e epidemiologista.

    "Acredita-se que se houver mesmo alguma manifestação de vacinação, significa que, como regra, a imunidade é mais forte", disse no centro de imprensa da agência de notícias Rossiya Segodnya, da qual a Sputnik faz parte.

    Ao mesmo tempo, Malyshev recomenda vacinar-se seis a nove meses depois que alguém se recuperou da COVID-19, e observou que os desenvolvedores da vacina Sputnik V apontam uma duração de imunidade estimada de cerca de dois anos.

    Além disso, o epidemiologista adverte que certos medicamentos usados contra o SARS-CoV-2 podem reduzir a quantidade de anticorpos contra o vírus.

    "Observamos agora, às vezes, que uma pessoa está gravemente doente, mas seus anticorpos não são muito altos, o que costuma estar relacionado ao tratamento. A primeira vez que encontramos isto foi quando estávamos monitorando pacientes após a gripe suína", referiu.

    A Rússia foi o primeiro país do mundo a registrar uma vacina contra coronavírus, Sputnik V, que é baseada na plataforma testada e bem estudada dos vetores de adenovírus de seres humanos, e já foi aprovada pelas organizações regulatórias da Rússia, Bielorrússia, Argentina, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Sérvia, Bolívia, Argélia, Palestina, Venezuela, Paraguai e Turcomenistão. Recentemente começou o processo de registro da vacina na União Europeia.

    Tema:
    Mundo vs. COVID-19 no final de janeiro de 2021 (110)

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    Tags:
    Rossiya Segodnya, Rússia, COVID-19
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