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    Há cerca de 95% de chance de que o fenômeno climático La Niña prevaleça durante o inverno no Hemisfério Norte, de janeiro a março, informou o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA nesta quinta-feira (14).

    "As temperaturas da superfície do mar abaixo da média se estendem de oeste a leste do Oceano Pacífico e refletem a continuidade de La Niña", conforme relatou em comunicado o Centro de Previsão Climática (CPC, em inglês) do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (NWS, em inglês).

    As projeções de inverno do CPC permaneceram inalteradas em relação às feitas em dezembro do ano passado.

    O fenômeno La Niña é caracterizado por temperaturas excepcionalmente baixas no Oceano Pacífico equatorial e está associado a inundações e secas.

    Vista de casas inundadas após fortes chuvas no município de Sabara, estado de Minas Gerais, Brasil, 24 de janeiro de 2020
    © AP Photo / Futura Press / Flavio Tavares
    Vista de casas inundadas em Minas Gerais, Brasil

    La Niña se formou pela última vez durante o período de setembro a novembro de 2017 e durou até o início de 2018.

    Uma transição para condições mais neutras é mais provável na primavera de 2021, informou o CPC, definindo as chances de que isso aconteça em cerca de 50%.

    No entanto, a incerteza da previsão aumenta durante o verão e outono do Hemisfério Norte, segundo o centro.

    "La Niña deve afetar o clima nos Estados Unidos nos próximos meses", finalizou o CPC.

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    Tags:
    previsão, Oceano Pacífico, Meteorologia, Hemisfério Norte, clima, América, EUA
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