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    Mundo enfrenta coronavírus no final de dezembro (111)
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    Na semana passada, o presidente russo Vladimir Putin cumprimentou uma parceria entre a Sputnik V e a AstraZeneca para testar uma combinação dos dois imunizantes. Os resultados são animadores.

    Uma vacinação combinada da Sputnik V com a AstraZeneca vai gerar imunidade por dois anos, afirmou nesta segunda-feira (28) o diretor Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, Aleksandr Gintsburg.

    Vacina Sputnik V
    © Sputnik / Georgy Zimarev
    Vacina Sputnik V
    "Como resultado do uso desta vacina híbrida de dois componentes, as células de memória se formarão bastante melhor, e a vacina obviamente protegerá o vacinado não por três ou quatro meses, mas por pelo menos dois anos", disse Gintsburg em entrevista à emissora Rossiya 24.

    O Centro Gamaleya, o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) e a farmacêutica R-Pharm assinaram em 21 de dezembro um memorando de cooperação na luta contra a COVID-19 com a multinacional anglo-sueca AstraZeneca.

    Logo da companhia farmacêutica britânica AstraZeneca (arquivo)
    © REUTERS / Stefan Wermuth
    Logo da companhia farmacêutica britânica AstraZeneca (arquivo)

    Gintsburg afirmou, naquele momento, que os cientistas da AstraZeneca consideraram a proposta positiva e sugeriram que "não só aumentará a possível eficácia imunológica, mas também criará uma proteção mais duradoura".

    Recentemente, o presidente da Argentina, Alberto ​Fernández, disse estar "eternamente grato" à Rússia por ter oferecido uma "atenção generosa" e "singular" ao país sul-americano, que na última quinta-feira (24) recebeu um primeiro lote de 300 mil doses da vacina Sputnik V. "Eles prometeram nos dar uma quantidade muito importante de vacinas para que possamos imunizar os argentinos", afirmou.

    A Rússia foi o primeiro país a registrar uma vacina contra COVID-19, ainda em agosto.

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    COVID-19, novo coronavírus, Sputnik V, Rússia, vacinação, vacina
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