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    Mundo enfrenta coronavírus no final de dezembro (111)
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    O intensivista russo, que trabalha com pacientes com COVID-19, revelou a periculosidade de automedicação para tratar da COVID-19 em casa.

    O cirurgião e intensivista russo Alok Mishra, que trabalha com infectados pelo coronavírus, contou sobre o perigo de tratamento errado da COVID-19 em casa, em entrevista ao jornal Komsomolskaya Pravda.

    Segundo o intensivista, a maioria dos pacientes em tratamento intensivo chega a estado crítico por causa de tratamento errado em casa, tomando grandes doses de antibióticos e adiando internação.

    Mishra contou o exemplo de uma mulher que foi proibida de ir para o hospital por seus filhos que a medicaram em casa. Depois de algumas semanas, chegou ao hospital com imunidade muito fraca devido a antibióticos. Os médicos tentaram salvar a vida da mulher, mas não conseguiram.

    Em caso de COVID-19 grave, os pacientes têm pulmões "cheios de coágulos".

    Alok Mishra ressaltou que se um doente está com sintomas há dois ou três dias, é preciso ir ao médico, e depois de uma semana é recomendada tomografia computadorizada para busca de vestígios de pneumonia.

    É necessário monitorar o estado de saúde muito atentamente. Se o paciente não tem problemas cardíacos ou diabetes, há mais chances de ter COVID-19 leve, ou seja, sem risco de vida.

    O Brasil já registrou 7.263.619 casos, 187.291 mortes e 6.469.310 pacientes recuperados da COVID-19. No mundo há 77.455.985 casos confirmados, 1.704.680 óbitos e 43.719.339 pacientes recuperados do coronavírus.

    Tema:
    Mundo enfrenta coronavírus no final de dezembro (111)

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    Tags:
    infecção, tratamento, novo coronavírus, pandemia, COVID-19
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